Bem vindos!!!

Esse é o blog da escola Madureira, nele você vai encontrar várias informações importantes sobre o ano letivo de 2021.

Feliz e abençoado ano à todos.
Mostrando postagens com marcador 3cgeo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 3cgeo. Mostrar todas as postagens

domingo, 6 de junho de 2021

MADUREIRA VAI AO CINEMA......

 





MADUREIRA VAI AO CINEMA..... 
UMA HISTÓRIA DE AMOR E FÚRIA






1 ANO.

CATEGORIA: INDIVÍDUO, NATUREZA, SOCIEDADE, CULTURA (EM13CHS501) (Analisar os fundamentos da ética em diferentes culturas, tempos e espaços, identificando processos que contribuem para a formação de sujeitos éticos que valorizem a liberdade, a cooperação, a autonomia, o empreendedorismo, a convivência democrática e a solidariedade.)

2 ANO.

Dinâmicas demográficas (Associar as manifestações culturais dos diferentes grupos étnicos que compõem a matriz brasileira do presente aos processos históricos de sua formação cultural)


3 ANO. 
Choque de civilizações? (Analisar elementos histórico-geográficos que permitam diagnosticar diferentes argumentações socioculturais para explicar o conceito de América Latina)






REDAÇÃO COM O TEMA: 
Viver sem conhecer o passado é viver no escuro?

REDAÇÃO PARA 

12 DE JUNHO. 


terça-feira, 25 de maio de 2021

ATIVIDADE - GEOgrafia




Choque de Civilização (Analisar o contexto de surgimento e o significado da expressão “choque de civilizações” no mundo contemporâneo)





TEXTO 1

O cientista político norte americano, Samuel P. Huntington com seus estudos desenvolveu teoria denominada "Choque de Civilizações". Depois de publicada a teoria em formato de artigo, o assunto tornou-se polêmico o suficiente para o lançamento de um livro, onde sua tese é apresentada de forma mais enraizada.  Esta teoria discute que as identidades culturais e religiosas dos povos serão as principais fontes de conflito no mundo pós Guerra Fria, indo na "contramão" de alguns teóricos que afirmavam que seriam os estados nacionais as únicas alternativas ideológicas vigentes depois da Guerra Fria. Ou seja, para Huntington os conflitos de grandes proporções não sucederão entre as classes sociais e sim entre os povos pertencentes a diferentes entidades culturais e religiosas. Os confrontos e disputas religiosas, ideológicas e políticas constantes entre as civilizações Ocidentais e Islâmicas, ocorrem pelo fato das mesmas serem as únicas a possuir desígnios de desenvolvimento e ambições universalistas. Isto demonstra um pensamento de Huntington que afirma que a os choques de civilizações é bem provável de não ter fim.  Esta discussão iniciada por Huntington recebeu inúmeras críticas, algumas afirmando que o teórico estava induzindo confrontos por formular uma possível "profecia", outros afirmam que o mesmo tirou conclusões particulares. Porém, de fato, a teoria na verdade serve de alerta, sendo esta a verdadeira pretensão do autor. Huntington foi autor de inúmeras obras relacionadas à política e economia, mas foi com a sua teoria "Choque de Civilizações" que o cientista ganhou maior destaque, sendo este um pensamento debatido, analisado e avaliado até hoje, principalmente com os confrontos pós Guerra Fria da atualidade. (Samuel P. Huntington)




TEXTO 2
Três décadas depois da queda do muro de Berlim, as duas superpotências do século XXI parecem lançadas a uma nova guerra fria. Os Estados Unidos e a China avançam em uma espiral de ameaças, sanções e acusações de espionagem de consequências imprevisíveis, para eles mesmos e para o resto do mundo. Do confronto nos âmbitos comerciais e tecnológicos à competição armamentista e a luta pela influência nos diversos continentes, os dois gigantes protagonizam uma disputa pela hegemonia global repleta de perigos e de final incerto. Um regime autocrático contra uma democracia. Um enorme leque de hostilidades em todos os âmbitos, geográficos e setoriais. Espionagem, propaganda, força militar, símbolos, a história, dizem, se repete; parece ser verdade. A Guerra Fria do século XX entre o Kremlin e a Casa Branca ameaça voltar no século XXI, dessa vez entre o antigo vencedor, os EUA, e a nova potência em ascensão, a China. Nas últimas duas semanas, os dois levaram ao paroxismo um frenético baile de disputas, choques, ameaças e sanções, fechamento de consulados, acusações de espionagem e vetos de viagens, em que o passo de um foi respondido pelo outro em uma simetria tão perfeita como inquietante. Um perigoso duelo a um ritmo cada vez mais intenso, de duração e final ainda imprevisíveis. E que, seja na hora de escolher a tecnologia 5G, decidir sistemas de defesa e votar resoluções internacionais, ameaça arrastar – como na primeira Guerra Fria – o restante dos países a um e ao outro lado da pista de dança. 
Há, entretanto, uma diferença radical em relação à Guerra Fria que se desenvolveu durante a segunda metade do século XX. A antiga URSS nunca foi a potência econômica que é a China, e os dois países à época em disputa não estavam tão interconectados financeira e produtivamente como estão agora as duas maiores economias do mundo. “Para mim, isso significa que essa guerra vai durar pelo menos tanto como aquela ou até mais. Sei que não é uma perspectiva muito bonita, mas é a que vejo”, diz Gary Hufbauer, especialista do Instituto Peterson de Economia Internacional e, principalmente, um veterano da primeira linha de fogo daquela interminável contenda com Moscou. Hufbauer, alto escalão do Tesouro dos EUA no final dos anos setenta, considera que “como aconteceu na Guerra Fria, os dois lados procurarão aliados para se reforçar, mas a China tem mais habilidade para isso. A Rússia atraiu aliados com a ocupação militar. Pequim não precisa, [o presidente chinês] Xi Jinping está usando a economia para colocar os outros países em sua órbita”. [...] A competição é pela influência mundial – a China, com sua iniciativa da Nova Rota da Seda, os Estados Unidos com o peso de seus 75 anos como superpotência –; pela inovação em áreas como a inteligência artificial e os veículos elétricos; na corrida espacial – ambos estão enviando missões a Marte com dias de diferença – e no armamento ultramoderno, seja termonuclear, convencional e quântico. Agora, também, para conseguir a vacina que ajuda a resolver a mais grave crise deste século.



TEXTO 2 - A Nova Ordem Mundial trouxe uma necessidade de reclassificar a hierarquia entre os Estados Nacionais. Os que se classificavam como países de primeiro, segundo e terceiro mundo, conforme o desenvolvimento socioeconômico, passaram a ser chamados de países do norte (desenvolvidos) e países do sul (subdesenvolvidos).Nesse caso, a linha imaginária de divisão não segue a linha do Equador, nem tampouco a divisão norte-sul cartográfica. Na verdade, os critérios de classificação são econômicos, e não geográficos.Mesmo países que se encontram no hemisfério norte, como México e Índia, são considerados países do sul (subdesenvolvidos). Da mesma forma, países localizados no hemisfério sul, como Austrália e Nova Zelândia, estão classificados como países do norte. E o Brasil nessa história toda? O nosso país também teve mudanças significantes nos campos político e econômico. A ditadura militar foi encerrada e a democracia presidencialista foi instaurada. A partir daí, os governos adotaram uma política neoliberal, que minimiza a participação do Estado na economia. Dessa maneira, o país seguiu uma tendência internacional, em que os países desenvolvidos pressionaram os subdesenvolvidos para a adoção dessa política. Algum tempo depois, o Brasil participou de duas frentes internacionais que se contrapuseram ao domínio dos países desenvolvidos. O Brasil retomou os ideais de esquerda, que também tomou boa parte da América Latina, contestando os Estados Unidos, que foram um dos maiores responsáveis pelo fracasso da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA. Então, o Brasil integrou o grupo BRICS, composto por Brasil,Rúsica Índia, China e África do Sul, que eram as principais economias emergentes. Elas se uniram de maneira informal para tomar ações estratégicas nos campos econômico e político internacional. De modo geral, podemos dizer que a participação do Brasil na Nova Ordem Mundial foi de buscar por melhores condições para a promoção do desenvolvimento. Para isso, é preciso encontrar uma forma de evoluir no plano tecnológico e industrial, com o objetivo de reduzir a sua dependência da Divisão Internacional do Trabalho. A Nova Ordem Mundial é a forma como o mundo se reorganizou após a Guerra Fria e a queda do Muro de Berlim. Se antes havia uma bipolaridade política, econômica e militar, com esse novo contexto passou a existir uma uni multipolaridade. 




Através de conhecimento adquiro nas videochamadas, no conteúdo do centro de mídias e conhecimento adquiridos, faça uma redação discursiva-argumentativa sobre o tema: 

Quem é quem na nova ordem mundial? Quem manda e quem obedece? 

sexta-feira, 7 de maio de 2021

/// GEOGRAFIA - 3ANO - 2Bimestre

 

>>>>>>>>>> ROTEIRO PARA ESTUDO  <<<<<<<<<<< 


*Analisar o contexto de surgimento e o significado da expressão “choque de civilizações” no mundo contemporâneo 

*Analisar elementos histórico-geográficos que permitam diagnosticar diferentes argumentações socioculturais para explicar o conceito de América Latina

*Identificar problemas socioespaciais e ambientais urbanos, caracterizando-os e propondo ações para a melhoria das condições de vida nas cidades brasileiras



sexta-feira, 9 de abril de 2021

/// geografia - o capitalismo, suas etapas e a nova ordem mundial.

https://drive.google.com/drive/folders/1-plhBQKoLe7SB8iGRGeSjUkqRWedg-Gq?usp=sharing

Regionalização do espaço mundial: Comparar e diferenciar os critérios de regionalização mundial, considerando as intencionalidades sociais, políticas e econômicas que as envolvem e Identificar e descrever os principais elementos que configuram o conceito de ordem mundial, considerando questões geopolíticas, econômicas e culturais